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Família Doria
Desde: 01/05/2001      Publicadas: 10      Atualização: 21/04/2002

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 Origem
  02/05/2001
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Você sabe de onde a gente veio?
A linha dos Dorias, desde Gênova no século XV.
1. Francesco Doria.
Casou com Gironima Centurione, filha do riquíssimo banqueiro Luigi Centurione Scotto e de sua mulher Isabella Lomellini. Luigi Centurione recebe em 1471, junto a Eliano Spinola (casado com Argenta, irmã de Isabella; filhas de Battista Lomellini e de Luigia Doria, prima, no 2o. grau misto com 4o., do grande Andrea Doria) e a Baldassare Giustiniani, o direito de explorar o alume de Tolfa, que pertencia ao papado. Para aplicar seus ganhos, envia à Madeira, em 1478, Cristoforo Colombo como seu agente, para comprar caixas de açúcar, e apesar do insucesso deste negócio específico, permanece até o fim da vida ligado ao almirante (Luigi Centurione morre em 1499). O genro, Francesco Doria, supra, é o banqueiro de Sevilha que financia a parte de Colombo na viagem de Nicolau Ovando à América em 1502, e igualmente identifica-se ao pai de Cristóvão Doria, navegador natural de Faro, no Algarve. Pais de:

2. Aleramo Doria.
Filho de Gironima Centurione, terceiro do nome Aleramo, nascido antes de 1508 em Gênova, é atestado num “padrão de juros” de 1.1.1557, passado em nome de D. João III em Lisboa, dando-lhe 80$000 rs perpétuos sobre a alfândega de Lisboa. Neste padrão é dado como “genovês, vizinho da cidade de Gênova e lá morador,” e tem como agente em Lisboa a Benedetto Centurione. D. João III diz ainda que Aleramo Doria financiou-lhe, “a câmbio,” em parte, as expedições portuguesas à África e à Ásia. Casou com Benedetta, filha de Alessandro Cattaneo, c.g. Pais de:

3. Clemenza Doria.
N.c. 1535 provavelmente em Gênova, Ý após 1591 em Salvador. “Criada da rainha D. Catarina,” mulher de D. João III, Clemenza passou ao Brasil em 1553, onde casou duas vezes, c.g. de ambas. Da primeira, com Sebastião Ferreira, Ý em 1556; da segunda, em 1557, com Fernão Vaz da Costa, filho de Lopo Alves Feyo e de D. Margarida Vaz da Costa, e primo de D. Duarte da Costa.
Filha de `Lourenco de Oria,’ identificado a Aleramo Doria supra devido à semelhança gráfica de um e outro nomes — Loramo, Laramo, na escrita do século XVI, mais a proximidade de Aleramo à corte portuguesa, aos negócios destes voltados para o financiamento das explorações, e enfim aos paralelos onomásticos: Niccolò, irmão de Aleramo, e Nicolau, filho de Clemenza; Ludovico Centurione, Luiza, filha primeira de Clemenza; `Guiomar,’ filha de Clemenza, com certeza má leitura para Geronima, cf. Gironima Centurione. (Conjecturamos que a filiação viesse das provanças eclesiásticas do pe. Francisco da Silva de Meneses, filho de Braz da Silva de Meneses e de Clemencia Doria, a neta, confundida com a avó no nobiliário ms. de Afonso Torres, de 1635.)
Pais, Clemenza e Fernão Vaz, de:

4. Cristóvão da Costa Doria.
Do segundo casamento: Batizado na Sé de Salvador em 1560, Ý após 1606, segundo filho de Clemenza Doria e de Fernão Vaz da Costa, c.c. Maria de Meneses, filha de Jerônimo Moniz Barreto de Meneses e de sua primeira mulher Mécia Lobo de Mendonça. Pais de:

5. Antonia Doria de Meneses.
N. c. 1606 em Salvador, Ý após 1648. C. c. Antonio Moreira de Gamboa, fidalgo da casa real, n. e Ý na Bahia, n.c. 1590 e Ý após 1648. Filho de Martim Afonso Moreira, n.c. 1550 em Setúbal (Portugal) e Ý depois de 1622 em Salvador, data em que vendeu aos frades franciscanos terras para a construção de seu convento. F.c.c.r., chegou ao Brasil numa viagem cujo destino era a Índia, em 1567, talvez já casado com Joana da Gamboa, de quem deixou filhos; depois aqui c.c. Luiza Ferreira Feio. Era filho de Antonio Moreira, f.c.c.r., dos Moreiras de Cerolico de Basto, e de [?] s.m. Maria Teixeira.
Pais, Antonio e Antonia, de:

6. Martim Afonso de Mendonça.
Fidalgo da casa real, apud Jaboatão, irmão da Santa Casa da Misericórdia de Salvador em 1672; n.c. 1635. C. (1) c. Inês de Carvalho Pinheiro, s.g. C. (2) c. Brites Soares, c.g. Em 1665, no Monte Recôncavo, c. (3) c. Joana Barbosa. Deste terceiro casamento, pais de:

7. Gonçalo Barbosa de Mendonça.
Do 3o. leito. N.c.1670, Ý1737, capitão de milícias, c. 1716 no Socorro c. Antonia de Aragão Pereira, filha de Alberto da Silveira de Gusmão e de s.m. Isabel de Aragão, descendente esta do Caramuru. Pais de:

8. Cristóvão da Costa Barbosa.
(1731–1809); tomou o Barbosa certamente para se diferençar do tio paterno, que se chamava Cristóvão da Costa Doria, como o bisavô. Sr. do engenho “Ladeira” em São Francisco do Conde. C.c. a prima D. Antonia Luiza de Vasconcelos Doria (1744-1825), filha de Manuel da Rocha Doria e de Ana Maria de Vasconcelos, descendente ela do Caramuru, casados em 1726 no Carmo, na capela da família da noiva, cujo tio materno, João Álvares de Vasconcelos, usava as armas “esquartelado; I e IV, Vasconcelos; II, Aguiares; III, Pachecos. Elmo, etc. Timbre, Vasconcelos.” Pais de:

9. Manuel Joaquim da Costa Doria.
Boiadeiro. N.c. 1775 em S. Fco. do Conde; Ý após 1843. C.c. D. Teresa Sebastiana da Costa Doria, antes de casar D. Teresa Mariana, sua prima direita, filha do cel. José Luiz da Rocha Doria (1730-1796) e de sua 2a. mulher D. Francisca Xavier de Menezes Doria. Pais de:

10. José da Costa Doria.
N. 1809, batizado (19.11.1809) no oratório do engenho “Papagaio,” em Rio Fundo, ao norte de Santo Amaro (o engenho pertencia aos Berenguer César, sendo Antonio Berenguer César seu tio paterno); Ý 1871. Passou a Itapicuru (BA) e depois a Estância (SE) e c. em Itapicuru (1830) c. D. Helena Bernardina [Mendes de Vasconcellos], filha de Antonio Ponciano de Souza Mendonça (1792-1874), tabelião em Itapicuru, e neta paterna de mais outro Cristóvão da Costa Doria e de D. Maria Francisca de Souza. José da Costa Doria foi dado como “professor” em 1833, em Itapicuru, e como “capitão” em 1857 em Aracaju (SE). Pais de:

11. Diocleciano da Costa Doria.
Caçula, (Itapicuru, 1841-Rio, 1920), médico (Bahia, 1869), deputado provincial por Sergipe (1880), c. 1870 em Estância (SE) com Dária de Azevedo Moutinho, filha de Antonio da Silva Moutinho e de D. Turíbia Cassimira de Azevedo, filha esta do cônego Antonio Luiz de Azevedo, sr. do engenho “Palmeira” em Lagarto (SE), e de sua common-law wife D. Jacinta Clotildes do Amor Divino.







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